Carnaval de Lula ataca aos evangélicos e as famílias

O desfile da Acadêmicos de Niterói mostrou algo muito maior do que um espetáculo de Carnaval: como o poder corrompido se comporta quando começa a acreditar que está acima das críticas. O carnaval de Lula ataca aos evangélicos e as fafílias, mexeu com a opinião de políticos, cristãos e o povo de modo geral. Em vez de unir, o desfile escolheu atacar adversários, debochar de valores de milhões de brasileiros e transformar a avenida em um palanque político financiado com dinheiro público. Escola também fez com críticas ferrenhas à Bet, aos Estados Unidos e indiretas para o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O ato foi visto ainda, principalmente pela oposição, como “intolerância religiosa”, crime no Brasil, segundo o Artigo 5° da Constiuição Brasileira.

Carnaval de Lula ataca aos evangélicos e as famílias
Ala “Neoconservadores em Conserva”

BATALHA ESPIRITUAL

Para o líder cristão da Igreja MAIS, em São Luis do Ma, e também deputado federal, Silvio Antonio (PL-MA), o desfile da Acadêmicos de Niterói demonstrou uma “batalha espiritual” e um ataque direto a base fundamental da sociedade, que é família, e uma afronta aos cristãos. Ele faz um alerta para que haja um posicionamento firme neste ano eleitoral.

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Lula ja demonstrou este ano, em discurso, como enxerga os cristãos e o tamanho do seu desprezo por eles. Silvio Antonio respondeu ao presidente Lula no plenário da câmara dos deputados, demonstrando sua indignação pelas falas do mandatário do Brasil contra os cristãos.

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REAÇÕES NAS REDES

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), também se manifestou sobre o ato. Zema afirmou que levará o caso à Justiça.

“O Lula tá fazendo um desfile de carnaval, com um bloco inteiro dedicado ao preconceito religioso. Os 50 milhões de evangélicos do Brasil estão pagando isso tudo. Inadmissível. Levaremos esse crime à justiça”, escreveu o governador no X

Michelle Bolsonaro se pronunciou e afirmou que “a fé cristã foi exposta ao escárnio”.

Dizem que o país é laico, mas laicidade não autoriza zombaria, nem humilhação.

 A presidente do PL Mulher também cobrou uma nota de repúdio da Frente Parlamentar Evangélica sobre o desfile.

Damares Alves (Republicanos-DF) citou crime eleitoral e disse que a ala “ridiculariza” a igreja evangélica. Segundo a senadora, o governo Lula teria recebido o roteiro completo da escola e tinha conhecimento das críticas que seriam feitas ao grupo.

“Homologaram esse ato de ridicularizar a igreja evangélica em uma avenida em nome da liberdade artística”, afirmou.

Nikolas Ferreira (PL-MG) disse que os seguidores devem se lembrar da fantasia na hora de votar. O deputado federal e pastor Otoni de Paula (MDB-RJ) classificou a ala como um “ataque deliberado ao conservadorismo” e afirmou que “faltou habilidade política e sobrou preconceito”. “Calma, a esquerda não odeia a família conservadora não. É tudo conspiração”, ironizou o parlamentar mineiro.

Segundo a escola, a fantasia de lata representa “a dita família tradicional”. “Na cabeça dos componentes, há uma variação de elementos para enumerar os grupos que levantam a bandeira do neoconservadorismo. São eles: os representantes do agronegócio, uma mulher de classe alta, os defensores da ditadura militar e os grupos religiosos evangélicos”, explica a agremiação em sinopse.

Por Beatriz Marks

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