‘PT deveria pagar uma dívida de calote, golpe ao Maranhão’, cobrou dep. Silvio Antonio

Durante votação do Projeto de Lei 6139/2023, aprovado pela câmara federal, que moderniza o sistema brasileiro de crédito à exportação, o deputado Silvio Antonio (PL-MA) lembrou dos casos de corrupção do governo do PT com investimentos bilionários, sem retorno, em ditaduras de esquerda da América Latina como Bolívia, Cuba e Venezuela, de calote no povo brasileiro e “calote, golpe ao Maranhão” com a promessa de construção da Refinaria Premiu I, na cidade de Bacabeiras, iniciada em 2010 e paralisada em 2015 por irregularidades.


“Não há um incentivo do BNDES e da Petrobrás para voltar a fazer investimento na construção da Refinaria Premium no Maranhão que iria ajudar a tirar milhares e milhares de brasileiros da pobreza e da miséria. Eu acho que é isso que o governo do PT deveria fazer, é pagar uma dívida que nos deve de um calote, de um golpe ao Maranhão“, cobrou.


Silvio Antonio também questionou: “Como acreditar em um governo que faz investimento com a intenção de receber calote?” Este teria sido, segundo ele, “a maior frustração do povo maranhense”. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deixaram de ser criados no estado. 

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PT deveria pagar uma dívida de calote, golpe ao Maranhão

PREJUÍZOS E IRREGULARIDADES

Com o cancelamento da construção da refinaria, a Petrobras teve um prejuízo estimado de R$ 2,1 bilhões a R$ 2,8 bilhões, segundo o TCU e a estatal. As obras em Bacabeira, que incluíram terraplanagem e projetos básicos, geraram grandes perdas para empresários locais, desemprego e paralisação do desenvolvimento, além de denúncias de irregularidades e superfaturamento na fase de construção.

Sua capacidade seria a de processar 600 mil barris por dia, o equivalente a um terço de todo o petróleo nacional produzido pela Petrobras naquele período.

 O projeto visava aumentar a produção nacional e facilitar a distribuição regional de derivados combustíveis de alta qualidade, como óleo diesel, querosene de aviação (QAV), nafta petroquímica, gás liquefeito de petróleo (GLP), bunker (combustível para navios) e coque.

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