INTOLERÂNCIA RELIGIOSA: Dep. Silvio Antonio orienta como proceder nos cultos cristãos

Diante da ação movida por duas parlamentares de esquerda do PV-MG, deputada Lohanna França e vereadora Damires Rinarlly, que chegou nas mãos do ministro Flávio Dino no STF, para investigar declarações do pastor Marco Feliciano durante o evento “Celebrai 2025” na cidade de Conselheiro Lafaiete (MG), em 13 de setembro, sob a alegação de “intolerância religiosa”, o deputado federal e apóstolo da Igreja MAIS, Silvio Antonio (PL-MA), publicou um vídeo com orientações de como evangélicos devem proceder para que não sofram retaliações judiciais.

“Não sobrará em Conselheiro Lafaiete, Zé Pelintra, Zé pilantra, Exu Caveira, Tranca Rua, Preto Velho, nenhuma obra de feitiçaria. Não governará mais essa cidade, porque a presença do Deus eterno pode modificar os nossos corações”, disse Feliciano.

Como líder apostólico em São Luis-MA, o deputado demonstra sua preocupação com os evangélicos do país que trabalham com libertação, como as igrejas pentecostais, e orienta para que nos cultos não sejam citados os nomes de entidades espirituais usando referências genéricas como “demônio que age na área dos vícios” para reduzir exposição a acusações de intolerância religiosa. “Já sabemos que demônio é demônio. Não citem mais nomes, para resguardar você e não acontecer o que aconteceu com pastor Marcos Feliciano“, alertou.

“Eu quero aqui mais uma vez dar uma orientação diante do mundo que nós estamos vivendo de leis, jurisprudência e justiça que, infelizmente tem agido contra nós, contra nossa fé, contra nossa prática, contra aquilo que nós cremos e nós sabemos que nossa batalha ela é espiritual”, disse o deputado.

VEJA VÍDEO

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BATALHA ESPIRITUAL

Silvio Antonio cita o versículo bíblico para explicar que há uma batalha existente e não é meramente física, mas espiritual para que aqueles que professam o nome de Jesus vivem.

– Efésios, capítulo 6, versículo 12, vai falar sobre isso:

“Nossa luta não é contra sangue, não é contra a carne e sim contra principados, potestades, dominadores deste mundo tenebroso, contra forças espirituais do mal, que agem nas regiões celestiais.

As entidades citadas pelo pastor Marco Feliciano são de religiões afro-brasileiras, consideradas demoníacas pelos cristãos. Em sua fala não houve incitação ao preconceito, violência ou morte a grupos ou a alguém especificamente (o que seria a verdadeira intolerância religiosa), mas uma declaração de libertação espiritual de entidades que, segundo a fé cristã, são malignas e afastam as pessoas de Deus, Jesus e o Espírito Santo, a trindade do cristianismo, e provocando destruição na vida de quem pratica culto às tais entidades.

Oposição tem distorcido fatos para perseguir a fé cristã

As parlamentares mineiras de esquerda, deputada Lohanna e vereadora Damires Rinarlly, demonstram desconhecimento, desprezo ou ignoram a base da fé cristã ao considerarem fala de Marco Feliciano como “grave e criminosa”. (Veja matéria completa)

Deputada Lohanna e vereadora Damires Rinarlly ambas do PV, protocolam denúncia contra Marco Feliciano por intolerância religiosa no STF.

📝NOTA: Não há leis no país que protejam entidades espirituais ou determinem que apenas a citação de seus nomes ou a respeito delas por aqueles que se opõem à sua suposta divindade, seja crime.

DEFESA DE MARCO FELICIANO

“O Brasil hoje você não pode acreditar em mais nada, porque tudo dá tumulto”, disse Marco Feliciano, em vídeo publicado em sua rede social, após receber a notícia do inquérito, lamentando sobre a insegurança jurídica que hoje existe no país no qual as leis não são respeitadas.

Feliciano classifica as denúncias como uma tentativa de criminalizar a fé cristã, mesmo resguardado pela lei que garante a sua liberdade religiosa, o PL 1804/2015. O texto do PL altera a Lei 7.716/89, que define os crimes de preconceito. A nova redação determina que não constituirá crime a manifestação de crença, sermões, pregações ou ensino religioso em eventos litúrgicos.

Essa garantia de não criminalização se aplica inclusive às transmissões pela internet ou outros meios de comunicação. A medida visa assegurar a liberdade de consciência e de crença prevista na Constituição.

A discussão que hoje cada vez mais está sendo disputada nos tribunais e no Congresso, está longe de ser definida, pois ultrapassa os temas “liberdade religiosa” ou “discurso de ódio”. Agora é sobre o que pode ser dito e sobre quem pode dizer para agradar aos que regulam as leis no país.

LEIA A FALA COMPLETA DO DEPUTADO SILVIO ANTONIO


“Então, bem pastores, mais uma palavra para vocês com base aí no relato do pastor, deputado federal, Marco Feliciano, nosso amigo, colega de ministério de bancada lá na Câmara Federal, eu quero aqui mais uma vez dar uma orientação diante do mundo que nós estamos vivendo de leis, jurisprudência e justiça que, infelizmente tem agido contra nós, contra nossa fé, contra nossa prática, contra aquilo que nós cremos e nós sabemos que nossa batalha ela é espiritual.

Efésios, capítulo 6, versículo 12, vai falar sobre isso:

“Nossa luta não é contra sangue, não é contra a carne e sim contra principados, potestades, dominadores deste mundo tenebroso, contra forças espirituais do mal, que age nas regiões celestes.

Então a batalha, ela é espiritual, e agora o que que acontece?

Você quando vai ministrar libertação, e tem muitos pastores, igrejas pentecostais que ministram libertação, eu ministro libertação, nós precisamos agora ter sabedoria estratégia de como agir, porque nós sabemos que demônios agem em determinadas áreas, nas áreas, digamos assim, da dos vícios, bebedice, tem um demônio específico na área da imoralidade, da sexualidade, né, do adultério, tem demônios específicos e assim por diante; você vai conhecendo de acordo com as manifestações, na hora em que as pessoas estão recebendo uma ministração de libertação.

Qual orientação eu quero dar vocês é importante, não citem mais nomes, demônio é demônio, chame de demônio, demônio que age na área dos viços, sai em nome de Jesus, demônio que age na área da imoralidade, sai em nome de Jesus, demônio, espírito que veio para a morte, sai em nome de Jesus, pronto, não cita mais nomes, para resguardar você e não acontecer o que aconteceu com pastor Marcos Feliciano., que pessoas vão querer processar, né, reivindicar aqueles nomes para a sua determinada religião aí esse problema a gente resolve em relação à justiça que hoje tem agido contra as práticas, muitas práticas da fé, no campo da psicologia tem aí processos que os psicólogos cristãos vão ter que administrar, enfrentar saber como atuar e assim em cada área, porque nossa luta ela é espiritual e nós vamos agir de uma forma espiritual, não é contra a pessoas nem religião a, nem religião b, nós vamos continuar expulsando demônio, desfazendo as obras das trevas, libertando as pessoas que estão cativas, aprisionadas e presas por Satanás, essa é obra que Deus nos chamou para fazer vamos continuar fazendo, fica aqui este alerta.

Esta minha orientação de como proceder daqui para frente, deus abençoe vocês, um forte abraço aqui o apóstolo Silvio Antônio deputado federal a isso do reino de Deus no combate, na defesa da nossa fé cristã da palavra de Deus.”

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