Deputado Silvio Antonio homenageia Israel pelos seus 78 anos de independência
O deputado federal Silvio Antonio (PL-MA), homenageou na tribuna da Câmara Federal o Estado de Israel pelos seus 78 anos de independência e também por sua luta, esforço e sacrifícios diários para manter a nação de pé e relevante no cenário geopolítico e econômico mundial.
O líder espiritual evangélico da Igreja MAIS em São Luis-MA, assim como todo verdadeiro cristão, é defensor da nação de Israel, primeiro por Jesus Cristo, judeu da tribo de Judá, e segundo, pela sua importância profética, de acordo com a Bíblia, sobre todas as nações que se aliançarem com o povo judeu:
“E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.” – Gênesis 12:3
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O deputado trouxe durante o seu discurso, um dado sobre o tempo de existência da nação israelense historicamente:
“Na verdade, Israel tem hoje 5.786 anos, mas comemora 78 anos da sua recondução à condição de nação reconhecida por todas as nações da terra. Uma conquista que foi marcada por esforço, dor, sacrifício e que ainda refletem, nos dias de hoje, esses desafios onde temos grupos terroristas, governos fundamentalistas que defendem o fim do Estado de Israel.“
UM POUCO DE HISTÓRIA SOBRE ISRAEL

A proclamação do estado israelense foi feita em 14 de maio de 1948, baseado na Resolução 181 da ONU de 1947, logo após, veio o reconhecido imediatamente por potências como EUA e URSS e Israel foi formalmente admitido como membro da ONU em 11 de maio de 1949, consolidando sua legitimidade internacional.
Foi feita ainda, proposta de partilha da Palestina entre judeus e árabes, que foi aceita somente por Israel, desencadeando assim, conflitos na região entre os dois povos até os dias de hoje.
A Bíblia é um dos principais documentos históricos que mostram a legitimidade territorial israelita sobre as terras reivindicadas nos dias atuais. Por conta de guerras, conflitos e perseguições, judeus tiveram de abandonar a sua geografia, que hoje lutam para retomar e, por isso, encontram diversas nações opositoras, mesmo aquelas que se declaram democráticas, como o Brasil, que tem, na atualidade, o
presidente Lula (PT), antijudaico-cristão.
EVANGÉLICOS E ISRAEL
A postura do presidente não representa a opinião da maioria dos brasileiros, inclusive da grande parcela da população evangélica, que, de acordo com dados do Censo 2022 do IBGE, divulgados em 2025, mostra que o Brasil tem cerca de 26,9% (47,4 milhões) de evangélicos, portanto, pessoas que defendem o Estado de Israel.
Não são contados ainda neste censo católicos, espíritas e demais religiões que de alguma forma se identificam ou simpatizam com o cristianismo.
LEIA O DISCURSO COMPLETO

“Eu subo aqui nessa tribuna para fazer uma homenagem aos 78 anos de independência do Estado de Israel. Na verdade, Israel tem hoje 5.786 anos, mas comemora 78 anos da sua recondução à condição de nação reconhecida por todas as nações da terra. Uma conquista que foi marcada por esforço, dor, sacrifício e que ainda refletem, nos dias de hoje, esses desafios onde temos grupos terroristas, governos fundamentalistas que defendem o fim do Estado de Israel.
Vale lembrar que Israel é o único país democrático que existe no Oriente Médio. Nós que defendemos a democracia deveríamos apoiar as nações que são também democráticas. Hoje acolhe cerca de 10 milhões de cidadãos com liberdade de expressão, representatividade no parlamento, desmentindo fatos, mentiras propagadas por aqueles que atacam a nação de Israel.
Ser um israelense é um desafio que precisa de coragem, inovação e que abrange não apenas cidadãos judeus, mas também como árabes. No entanto, apesar de acolher todos os povos da terra, o ódio ainda contra Israel é grande. Há pessoas que pregam a sua destruição e se torna o diálogo impossível para se manter a paz naquele território.
Nós sabemos que Israel, como nação, tem direito, dever e vale a lembrar que em 1948, quando foi reconhecido como nação, houve a aprovação da resolução da ONU, 181, que a proposta era partilha, dividir o território entre judeus e árabes. E os árabes não aceitaram a resolução, os judeus sim aceitaram. Daí então, em 1948, com Oswaldo Aranha, secretário da ONU brasileiro, decretou, juntamente com as nações, a nação de Israel e o seu direito de voltar à sua terra.
Nesse ano, 78 anos, desejamos a esse povo, o povo de Israel, força, fé e esperança, e que possa haver dias melhores, por justiça e convivência de paz entre todos os povos. Am Israel Shai, que significa o povo de Israel vive.“

